História de uma noite fria.


Era noite, já quase dia, eu estava cochilando sob um sofá laranja com um tecido grosso e rasgado quando ela me acordou.
-Vai ficar ai a noite inteira? – disse ela, enquanto me acordava pelo braço.
-Sim, não tem outro lugar para ficar.
-Tem a minha cama se achar que é um bom lugar.
Tomei como um convite, mas sinceramente, o álcool ainda não me deixava acordar por completo, e não queria nada além de continuar dormindo em um lugar melhor.
Deitei em sua cama com um cheiro de recém lavada, como aquele aroma de amaciante. Para se cobrir apenas um lençol listrado azul claro e verde agua, as paredes eram cor de areia. Mas não reparei muito bem nos demais detalhe, apenas tirei meu sapato preto e surrado, e me deitei logo depois dela, que ficou de costas para mim, embora um pouco distante, já que se tratava de uma cama de casal.
Um pouco depois de termos nos deitado, ela puxou meus braços por cima de sua cintura, colocando sua bunda encostada em meu pau. Ela tinha uma bunda macia e não muito grande, mas que era o suficiente para me deixar com muito tesão. De pouco ela movimentava sua cintura. Fiquei duro como ferro, e quando ela percebeu, forçou sua cintura contra mim, me fazendo a apertar.
Num súbito movimento, ela se virou e começou a me beijar, seu beijo molhado e lento parou quando ela foi até meu pescoço dando selinhos demorado que foi descendo pelo meu corpo. Neste momento sua mão já desabotoava minha calça, e eu fui puxando sua blusa para cima, e quando a blusa chegou nos braços, ela os esticou para que eu terminasse de tirar. Para minha surpresa ela não usava soutien. Seus seios tinha forma de gota, e imediatamente comecei a beija-los e chupa-los levemente. Assim continuei descendo até sua vagina, tirei sua calça de forma rápida, e comecei a beijar seu símbolo feminino. Estava quente e úmida, com aquele saber único de uma agua pesada. Escutei ela gemer, sua mão desceu até minha cabeça me pressionando contra ela, enquanto se movimentava levemente, seus dedos dançavam sob meu cabelo, e minha língua tremia em seu clitóris enquanto eu a beijava suavemente ali.
Ela então empurrou minha cabeça, e pediu para que eu fudesse sua buceta enquanto estava de quatro. Com uma bunda redonda, a penetrei, estava quente, úmida e apertada, o lugar perfeito, e comecei a transar com força e fui diminuindo até ela pedir quando ela pediu para trocar de posição. Olhando para mim, eu escutava sua respiração puxar com força a cada penetrada que acontecia, usa mão segurava forte a minhas costas, enquanto sua unha me arranhava de um jeito violentamente prazeroso. Mudamos novamente a posição, e assim foi acontecendo durante todo o resto de noite.
No fim, ela estava sentada no meu colo rebolando devagar com uma mão segurando o cabelo, e a outra em meu ombro, foi quando senti uma contração e um gemido alto e macio. Ela gozou.

Eu demoraria mais um pouco, então parei junto com ela, nos deitamos e sobre nada falamos, apenas dormimos. No outro dia, acordei, e ela não estava por ali. Peguei minhas roupas, tomei um copo de água e fui embora sob um sol ardido, já era quase meio dia e senti meu estomago querer alguma comida.

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