O prazer psicológico
Fumaça, um piso mais alto seu corpo semi nu, sentado nesta poltrona de couro com um charuto e um copo de Whisky a me acompanhar posso sentir sua maldade exalando do seu olhar, o pecado da luxuria que te traz para mim, o cabelo preto, a pele branca, a boca com um sorriso cerrado acompanhando o olho que se curva, escondendo uma maldade unica, um psicológico repleto de fetiche e desejos. Sim posso vê-la
dançando, tentando me seduzir com esse pano vermelho, uma mulher que pode fazer amor como um animal, loucamente, o cheiro de seu perfume se mistura ao de meu charuto, a fumaça que sopro adorna seus leves movimentos com a cintura, seus dedos levemente tocam meus lábios causando um leve arrepio, seu corpo agora sobre o meu com seu halito quente e fresco, o desenho de seu rosto que pode trair minha ideia de beleza, sua voz sussurrando de leve faz as espinhas em meu tórax arrepiar, como se sua unha passasse levemente sobre meu corpo, eu poderia amar essa mulher, se ela fosse uma mulher, mas é possível ver em seus olhos que é a descrição do pecado em carne, tentando me seduzir com a luxuria, inclino meu corpo tentando beija-la, aquele blues ao fundo escuro, onde uma luz ilumina apenas eu e ela, na mesma poltrona, suas mãos tocam apenas meus braços e meu rosto, mas seu olhar consegue chegar a mais profunda de minhas fendas psicológicas, atiçar como um animal de todos os meus desejos, ganancia, ambição, sexo, sinto tudo exalando, outro daquele sorriso cerrado com seus olhos acompanhando, ela sabe que me domina, ela sabe que apenas sorrindo como sorri é capaz de provocar um orgasmo em minha alma, fazer eu apreciar de todo o prazer que ela poderia dar fisicamente, mas ela quer mais, quer que eu alimente seu ego até que perca a graça, e novamente voltou a aquele piso mais alto a minha frente, com o pano vermelho, é como um solo de guitarra em blues, acompanha perfeitamente a música que minha mente toca. Loucura, luxuria, prazer, são tantas os desejos, até que seu lábio molhado e frio se toca ao meu, podia sentir meu coração acelerado e o velho frio na espinha a me tomar.
Aos poucos fui deslizando minha mão sobre seu corpo, a pele macia o corpo ao que eu diria, "meu numero", o toque de suas mãos ao tirar minha camisa, me traziam uma sensação de êxtase inigualável, não há nada mais forte que do que sexo e amor pensava eu, até aquele dia, quando apenas sexo e muito prazer me apresentaram. Fui a despindo devagar enquanto torcia seu corpo sobre meu corpo, e ao invés de me beijar, arranhava minhas costas despidas e chupava levemente meu pescoço.
Quando completamente despida a tomei nos braços e a taquei sobre a poltrona, de maneira a que eu ficava sobre ela, mas querendo ter o domínio, ela tentou se levantar, então para segurar a virei e a puxei pelos cabelos de maneira que sua mãos e joelhos ficavam na mesma altura, esperando uma repugna ela sorriu com uma alta gargalhada, então a puxei pelo cabelo novamente e a penetrei, e enquanto estava consumindo o ato, ia arranhando seu tórax, alguns momentos a levantava e mordia seu pescoço, a puxava pela boca, e a dor causada por tudo começou a fazer lacrimejar, mas diferente do que pensei, e como eu sempre desejei, ela pedia mais até que trocamos de posição e ela ficou sobre mim, agora me dominando, eu sentado e ela sobre meu colo, enquanto a dava leves tapas.
Quando que ela levanta e debaixo da poltrona retira uma coleira, que a enforcaria enquanto eu puxasse, eu deveria usa-la com a mesma injuria que a me dominava, dor, prazer, tudo junto em um mesmo nome; sexo, e o final de tudo aquilo foi como um final de uma garrafa de um 21 anos, tão prazeroso, tão satisfatório que me deixou embebedado, o êxtase me fazia querer repetir, mas andando na escuridão ela desapareceu, me seduziu com sua voz, me seduziu com seu olhar e assim que obteve seu prazer foi embora, mas ainda podia ver aquela pele branca com um vestido longo, seu olhar de lado e seu sorriso de lado fizeram causar em mim as mesmas substancias que o álcool causaria, atrapalharam todo meu metabolismo, sobrecarregaram ele e agora, onde está essa mulher novamente?
PS: Não costumo escrever textos com o caráter sexual, então entendo sua péssima qualidade.
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