Nenhuma mensagem dizendo bom dia, nenhuma esperança em vê-la sorrindo.
Apenas a certeza que pelo terceiro dia consecutivo, vou tentar preencher o vazio com mais cerveja.
Eu sempre soube o quão auto-destrutivo eu sou, eu sempre soube como eu jamais iria conseguir mante-la por perto, o frio que faz lá fora, é o mesmo frio que gela meu corpo e me faz lembrar daquela noite que pude dormir no calor de seu corpo, eu poderia descrever de mil maneiras como foi estar deitado ali, mas de que valeria? Apenas para eu me afundar ainda mais em tudo aquilo que um dia já foi bom? De nada me serve, acreditar que alguma coisa vai ser diferente.
Quanto tempo que eu não escutava aquele acorde que descobri com você, será que você ainda toda a pasta de música que fiz para pensar em mim?
Por baixo desta pele estão todos os seus segredos, cercado por todos meus pecados, e eu sempre vou continuar os guardando, tentando os transformar em raiva, mas que culpa tenho eu? Se te amo e não consigo te deixar ir de dentro de mim? Eu sempre fui egoísta para me importar se ia destruir o que existe ai dentro, é difícil segurar o que sinto, mas espero que se eu pudesse mudar algo em tudo isso, que eu não descubra.
Hoje ainda peguei as cartas que escreveu para mim, vi seu desenho, e lembrei de como sou importante para tudo o que existe dentro de você hoje.
Você sabe o quão simplesmente fantástica é?
Sinceramente, não consigo terminar este texto, talvez daqui algum tempo eu volte nele, mas ainda não aprendi escrever sobre você, sempre me encontro no limite da linguagem, e não consigo ultrapassar essa barreira, para dizer uma vez, o quão fantástica você é.
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