Uma flor chamada margarida

Deixe-me por as margaridas em seu cabelo.
Fuja de si, venha até mim.
Eu que nunca segurança te criastes.
Mas que muitos sorrisos, talvez arrancastes.
Sorrisos estes teus,
Com um diabo que está sempre a me tentar,
A sempre outro sorriso lhe tirar.
Foste a coisa mais que linda que vi,
E talvez tenha me criado medo em te perder.
 Mas este medo sempre passa quando a vejo sorrir.
 Nunca fui bom com rimas e muito menos em escrever.
Mas você me inspira,
 Minha musa sempre será,
Com este teu jeito que me delira,
E que sempre me faz pensar, até quando será?
Que um sonho ao seu lado poderei viver,
Sem pensar que um dia, tudo há de morrer.
Me criando esperança. Oh, bela margarida.
Que mais me lembra com o espirito da Frida.
Eis na sua essência, a magnificência .
Produz sempre em meu coração,
Solavancos carregados de emoção.
Infelizmente neste poema não mais conseguirei falar,
Mas espero para sempre, poder te amar.

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